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Damon: Você sabe o que eu realmente sou? Egoísta. Por que eu tomo as decisões erradas que te machucam. Sim, eu preferiria morrer do que ser humano. Eu preferiria morrer agora mesmo do que passar só alguns anos com você apenas para te perder quando eu estiver muito velho e doente e miserável, e você ainda será você! Eu prefiro morrer agora mesmo do que passar meus anos finais relembrando o quanto eu fui feliz e o quanto eu tinha tudo. Por que esse sou eu, e eu não vou mudar. E não tem desculpas o suficiente para compensar todas a razões por que eu sou errado para você.
Elena: Ótimo então, eu também não sinto muito. Eu não sinto muito por ter te conhecido. Eu não sinto muito pelo fato de que te conhecer me fez questionar tudo, e que na morte você foi a pessoa que me fez sentir mais viva. Você tem sido uma pessoa terrível. Você fez todas as piores escolhas e de todas que eu já fiz essa será a pior mas eu não sinto muito, por estar apaixonada por você. Eu te amo, Damon.

Postado no dia 17-05-2013 às 8:22pm- 1 450 notas -vamos reblogar ? *-*

Voltou, aquela ausência, aquele vazio. Aquelas sensações ruins voltaram, aquele mal estar da alma. Aquilo de querer chorar e não conseguir, de gritar pra dentro de si mesmo.
— Eu não aguento mais.
Tudo voltou, aquela vontade de desistir das coisas. Mas que coisas? Acabo de me lembrar que eu não tenho nada. Que tudo desistiu de mim antes que eu tivesse a chance de me arrepender, de enjoar.
Eu não agrado a ninguém, as vezes nem a mim mesmo. Só que diferente do resto do mundo, não posso desistir da minha própria pessoa. Diferente de todos, não dá pra abandonar a pessoa que eu sou.

Eder Moreira  (via a-telofobia)

(Fonte: escritor-qualquer, via a-telofobia)


Postado no dia 26-04-2013 às 12:27pm- 76 notas -vamos reblogar ? *-*
ivalentim:

Eles dizem que somos só crianças que não sabem de nada e muito menos tem certeza sobre coisa alguma. Mas eu sei que isso não é verdade. Eles dizem que a gente não vai durar e que ambos seríamos o erro um do outro. Eles dizem que não se vive de amor e que nós mesmos nos encarregaremos de destruir o que temos mais cedo ou mais tarde. Eles dizem que o cara perfeito pra mim ainda irá chegar numa carruagem enquanto eu entro no seu carro com a tintura arranhada porque você não sabe estacionar e sempre bate no meio fio. Reza a lenda também que ele iria me levar para um restaurante cinco estrelas, e eu — eles falam essa parte em um tom prepotente — me conformo com um cachorro quente no domingo à noite. 
E eu sei, não temos nada, não sabemos de nada e nosso futuro é incerto. Mas eu tenho a certeza do que somos. Tenho certeza do que temos. Tenho medo de baratas e você sempre vai ser o herói a caçá-las. Tenho solidão e você tem o melhor abraço do mundo pra acabar com isso. Tenho tristeza e você, a piada mais sem graça do mundo pra me arrancar um sorriso. Temos um ao outro. Então, deixa eles falarem mal do seu cabelo, do seu trabalho, do seu modo de falar, de agir, de comer, de respirar. Deixa. Porque eu não me importo. Porque com você, tudo fica certo. Eu tenho você pra segurar minha mão, tenho você pra me entender, pra estar comigo, pra andar ao meu lado. Tenho você pra dar o beijo de boa noite, o abraço apertado. E eu não vou desistir. Porque eu tenho você, amor. (Iolanda Valentim)

ivalentim:

Eles dizem que somos só crianças que não sabem de nada e muito menos tem certeza sobre coisa alguma. Mas eu sei que isso não é verdade. Eles dizem que a gente não vai durar e que ambos seríamos o erro um do outro. Eles dizem que não se vive de amor e que nós mesmos nos encarregaremos de destruir o que temos mais cedo ou mais tarde. Eles dizem que o cara perfeito pra mim ainda irá chegar numa carruagem enquanto eu entro no seu carro com a tintura arranhada porque você não sabe estacionar e sempre bate no meio fio. Reza a lenda também que ele iria me levar para um restaurante cinco estrelas, e eu — eles falam essa parte em um tom prepotente — me conformo com um cachorro quente no domingo à noite. 

E eu sei, não temos nada, não sabemos de nada e nosso futuro é incerto. Mas eu tenho a certeza do que somos. Tenho certeza do que temos. Tenho medo de baratas e você sempre vai ser o herói a caçá-las. Tenho solidão e você tem o melhor abraço do mundo pra acabar com isso. Tenho tristeza e você, a piada mais sem graça do mundo pra me arrancar um sorriso. Temos um ao outro. Então, deixa eles falarem mal do seu cabelo, do seu trabalho, do seu modo de falar, de agir, de comer, de respirar. Deixa. Porque eu não me importo. Porque com você, tudo fica certo. Eu tenho você pra segurar minha mão, tenho você pra me entender, pra estar comigo, pra andar ao meu lado. Tenho você pra dar o beijo de boa noite, o abraço apertado. E eu não vou desistir. Porque eu tenho você, amor(Iolanda Valentim)


Postado no dia 2-04-2013 às 5:52pm- 310 notas -vamos reblogar ? *-*
principe-derrotado:

“Me leve ao motel — Eu disse, sem medo ou vergonha. Ele se assustou, ele na verdade se sentiu intimidado ou algo do tipo. Acho que é assim com os moleques, eles se intimidam com mulheres. Com mulheres bem resolvidas. No caminho nenhum barulho, ele era só mais um paquera da noite, mas eu queria experimentar um pouco dele e não seria dentro de uma carro, ele queria ali mesmo, dentro do carro banco com estofamento horrível ia acabar me machucando. Ele queria dentro do banheiro da boate, mas eu aprendi que banheiro não dá nenhum conforto e quis ir pra um motel, não levaria pra minha casa um estranho e muito menos iria pra casa de um estranho. Motel, recepcionista, garagem, hidromassagem e espelho no teto. Ele olhava despistada mente pra mim, eu ria e ele não entendia os motivos. Chegamos à recepção. Recepcionista: Qual o quarto que o casal vai querer? Confesso, me irritei um pouco, ela era inexperiente ou o quê? Dava pra ver que não éramos um casal, seria apenas sexo e depois nem iria lembrar o seu nome, na verdade eu não sabia o nome dele. Ele não respondeu, ele não deveria transar muito. Indago: Suíte, por favor. Ele me olha e pergunta se é o mais caro, e eu digo que o que tem mais conforto, homens sempre se preocupando com o preço, mas o problema não era o dinheiro — Eu pago, relaxa — Eu disse a ele.  Subindo as escadas começamos a ficar mais quentes, seu beijo era doce, calmo, ele parecia fazer com sentimento e isso que me instigou. Como pode fazer com tanto carinho com uma estranha? Na escada eu o fiz ter o primeiro orgasmo, sexo oral. Ele me fez elogios, disse que eu tinha uma boca quente. Ele não foi o primeiro, mas, por favor, sem julgamentos. Não sou vadia por fazer sexo com alguém livre. Cama redonda, espelho no teto. Adoro esse cheiro de sexo, é tão cafajeste. Ele ficou admirado com o banheiro, tolo. Deveria ser a primeira vez em um motel, e quem sabe a primeira vez com uma mulher. Ele me disse que tinha que me confessar uma coisa. Eu achei que era alguma doença venérea que ele tinha, e se fosse isso o filho da puta ia pagar caro, ou pior que isso era um assalto, apesar de que eu adoraria ser assaltada em um motel, ele poderia me roubar tudo menos a minha virgindade. Então ele diz :

— Eu sou virgem.
Paro, sento e respiro. — Não pode ser, sério?
— Sim, algum problema?
Droga, um virgem ali na minha frente e eu de cinta liga vermelha, por favor Deus, por que eu?
— Não, nenhum…
Tudo bem, eu sou uma boa atriz, deve ser o curso de teatro que eu fazia. Na verdade não estava tudo bem, eu nunca fiquei com um virgem. Me senti um homem iniciando uma garotinha.
— Mesmo?
— Não!
Meu ponto forte sempre foi a sinceridade.
— Quer que eu vá embora?
Deu-me pena, ele estava recolhendo as coisas. Constrangido ele estava, eu não podia fazer isso, ele era da minha idade e ainda virgem, o problema não é ele ser virgem, mas sim eu expulsa-lo do quarto e acabar com auto-estima dele.
— Tá louco? Vai a lugar algum… Fica aí. Mas me diz, qual é teu nome?
— Eduardo… E o seu?
— Lorena.
Sentei-me do lado dele, ele cheirava bem. Sua barba falha, na luz da boate eu não pude enxergar direito a sua beleza. Ele era lindo, sorriso imperfeito, porem perfeito, sabe? Ele me encantou desde o beijo até a virgindade.
— Nome da minha mãe.
— Cara… Não precisa usar essa cantada agora.
— Não é cantada, é o nome dela — Disse pegando a carteira para me mostrar a identidade.
— Desculpa, é que geralmente usam essa cantada.
— Não sou homem de usar cantadas.
Nesse instante vi que ele não era mais um moleque, era homem. Eu fui para transar, mas eu queria conhecer mais dele e modéstia parte aposto que ele queria conhecer mais de mim, aposto que ele queria saber.
— Desculpa.
— Não se desculpe Lorena.
— Quer beber alguma coisa?
— Cerveja.
Odeio cerveja, odeio. Tem um gosto forte, prefiro bebidas destiladas. Mas eu não poderia mandar nele, e no que ele queria beber.
— Trabalha com o que?
— Formei em direito, ainda não tenho emprego. E você?
Moleque! Eu não me engano. Me deu um tesão imaginá-lo de terno e gravata. Deu-me tesão imaginar ele assumindo um caso, defendendo algum criminoso. Eu queria transar.
— Escritora.
— Romances?
— Erotismo — Disse com ar sarcástico, queria que ele entendesse que eu queria ter ele.
— Vai escrever sobre essa noite?
— Não faço biografia sobre o sexo que eu faço.
Ele teve uma idéia boa, eu nunca havia pensado em escrever sobre o sexo que eu fazia, o sexo que eu conhecia. Sempre escrevi sobre historias nas quais nunca participei.
— Eu te achei muito linda.
— Eu te achei muito gostoso.
— Eu preciso dizer mais alguma coisa?
Caramba, o que falta mais?  Ele falar que tem alguma doença terminal, ou algo do tipo?
— Eu tenho câncer.
Maldita boca, eu extasiada fiquei. Virgem, lindo e com câncer? Droga. Que Deus me perdoe, mas por que eu?
— Desculpa, é que eu não sei o que falar… Você me parece tão saudável.
— É o que todos acham. Vamos transar? Eu posso morrer semana que vem…
Nesse momento eu parei de respirar, meu coração acelerou mais rápido, pode parecer idiotice, mas ele havia me escolhido para ter uma transa, ele era virgem e poderia morrer e eu fui a escolhida. Não irei me tornar uma heroína, mas é algo nobre.
— Posso perguntar algumas coisas?
— Claro…
— Por que ainda é virgem?
— Eu namorei uma mulher a minha vida toda, ela disse que transaria só depois do casamento, mas quando descobriu que eu estava doente terminamos, ela disse que não era enfermeira.
Depois eu que era a vadia? Ela perdeu um doce de pessoa. Eduardo cada vez mais me encantava. Cada vez mais me envolvia em seus olhos azuis piscina.
— Vadia — Disse sem querer.
— Quem?
— Desculpa, mas a sua ex-namorada.
— Verdade — Ele riu.
Rimos por um minuto e nos calamos por cinco. Era louca essa situação, nem em meus livros teve uma historia de tamanha surpresa.
— Então…
Ele se aproximou de mim, sua mão estava tremula. Ele estava cada vez mais lindo pra mim. Ele pegou em minha nuca me levou até sua boca, ele subi sobre ele, fui tirando sua camisa, ele estava confuso com o que fazer, eu estava me entregando por encantamento, não era só sexo mais. Camisinha, ele estava em mim. Movimentos sutis, ele ficava lindo tendo orgasmo. Deitamos na cama novamente, eu deitado sobre seu peito.
— Você é linda.
— Você já disse isso — Ria.
— Não me canso de repetir.
— Para…
— Com o quê?
— De me fazer apaixonar por você…
— Por um desconhecido? Um que pode morrer? Você se apaixonaria?
— Não só apaixonaria, como estou.
Ele me segurou firme, olhando dentro de meus olhos. Eu estava me envolvendo, estava querendo cuidá-lo.
— Você fica cada vez mais linda — Riu.
— Você me encanta cada vez mais.
— Como fui por ser uma primeira vez? Quem sabe última…
— Não diga que será a última, ainda temos algumas horas aqui. Você foi excelente.
Ele voltou a me beijar, agora ele se sentia mais seguro pra tomar conta da ação, eu gosto assim, prefiro que tomem conta da ação. Mãos grandes, tudo nele era grande. Era um perfeito amante e deveria ser um ótimo amor.
— Você fica cada vez mais linda.
— Você fica cada vez melhor no sexo.
— Eu ainda irei te ver?
— Como assim?
Nunca fiz isso, nunca tive um contato com os meus desconhecidos… Mas ele não era mais um desconhecido, ele se chamava Eduardo, sua mãe Lorena e ele têm câncer.
— Não sei, acho que me apaixonei. Você é doce.
— Não sou doce, amarga seria um adjetivo melhor.
— Não, seus olhos, eles são doces. Sua boca, suas palavras. Se fosse pra ter alguém até o dia de minha morte seria você. Você ficaria comigo até eu morrer?
Eu não sabia o que falar. Poderia isso? Poderia surgir uma paixão assim? Não era amor, mas era forte. Uma única noite, apenas para sexo e eu acabo encontrando o homem mais doce.
— E se você não morrer?
— Daí você pode ir embora…
— E se eu não quiser?
— Você fica.
Não gosto de me iludir, mas agora eu queria que ele vivesse, não que eu quisesse a morte dele, mas eu queria que ele vivesse pra ver até onde iríamos. Droga, o sexo virou amor.” Lucas Rodrigues,LR.

principe-derrotado:

“Me leve ao motel — Eu disse, sem medo ou vergonha. Ele se assustou, ele na verdade se sentiu intimidado ou algo do tipo. Acho que é assim com os moleques, eles se intimidam com mulheres. Com mulheres bem resolvidas. No caminho nenhum barulho, ele era só mais um paquera da noite, mas eu queria experimentar um pouco dele e não seria dentro de uma carro, ele queria ali mesmo, dentro do carro banco com estofamento horrível ia acabar me machucando. Ele queria dentro do banheiro da boate, mas eu aprendi que banheiro não dá nenhum conforto e quis ir pra um motel, não levaria pra minha casa um estranho e muito menos iria pra casa de um estranho. Motel, recepcionista, garagem, hidromassagem e espelho no teto. Ele olhava despistada mente pra mim, eu ria e ele não entendia os motivos. Chegamos à recepção. Recepcionista: Qual o quarto que o casal vai querer? Confesso, me irritei um pouco, ela era inexperiente ou o quê? Dava pra ver que não éramos um casal, seria apenas sexo e depois nem iria lembrar o seu nome, na verdade eu não sabia o nome dele. Ele não respondeu, ele não deveria transar muito. Indago: Suíte, por favor. Ele me olha e pergunta se é o mais caro, e eu digo que o que tem mais conforto, homens sempre se preocupando com o preço, mas o problema não era o dinheiro — Eu pago, relaxa — Eu disse a ele.  Subindo as escadas começamos a ficar mais quentes, seu beijo era doce, calmo, ele parecia fazer com sentimento e isso que me instigou. Como pode fazer com tanto carinho com uma estranha? Na escada eu o fiz ter o primeiro orgasmo, sexo oral. Ele me fez elogios, disse que eu tinha uma boca quente. Ele não foi o primeiro, mas, por favor, sem julgamentos. Não sou vadia por fazer sexo com alguém livre. Cama redonda, espelho no teto. Adoro esse cheiro de sexo, é tão cafajeste. Ele ficou admirado com o banheiro, tolo. Deveria ser a primeira vez em um motel, e quem sabe a primeira vez com uma mulher. Ele me disse que tinha que me confessar uma coisa. Eu achei que era alguma doença venérea que ele tinha, e se fosse isso o filho da puta ia pagar caro, ou pior que isso era um assalto, apesar de que eu adoraria ser assaltada em um motel, ele poderia me roubar tudo menos a minha virgindade. Então ele diz :

— Eu sou virgem.

Paro, sento e respiro. — Não pode ser, sério?

— Sim, algum problema?

Droga, um virgem ali na minha frente e eu de cinta liga vermelha, por favor Deus, por que eu?

— Não, nenhum…

Tudo bem, eu sou uma boa atriz, deve ser o curso de teatro que eu fazia. Na verdade não estava tudo bem, eu nunca fiquei com um virgem. Me senti um homem iniciando uma garotinha.

— Mesmo?

— Não!

Meu ponto forte sempre foi a sinceridade.

— Quer que eu vá embora?

Deu-me pena, ele estava recolhendo as coisas. Constrangido ele estava, eu não podia fazer isso, ele era da minha idade e ainda virgem, o problema não é ele ser virgem, mas sim eu expulsa-lo do quarto e acabar com auto-estima dele.

— Tá louco? Vai a lugar algum… Fica aí. Mas me diz, qual é teu nome?

— Eduardo… E o seu?

— Lorena.

Sentei-me do lado dele, ele cheirava bem. Sua barba falha, na luz da boate eu não pude enxergar direito a sua beleza. Ele era lindo, sorriso imperfeito, porem perfeito, sabe? Ele me encantou desde o beijo até a virgindade.

— Nome da minha mãe.

— Cara… Não precisa usar essa cantada agora.

— Não é cantada, é o nome dela — Disse pegando a carteira para me mostrar a identidade.

— Desculpa, é que geralmente usam essa cantada.

— Não sou homem de usar cantadas.

Nesse instante vi que ele não era mais um moleque, era homem. Eu fui para transar, mas eu queria conhecer mais dele e modéstia parte aposto que ele queria conhecer mais de mim, aposto que ele queria saber.

— Desculpa.

— Não se desculpe Lorena.

— Quer beber alguma coisa?

— Cerveja.

Odeio cerveja, odeio. Tem um gosto forte, prefiro bebidas destiladas. Mas eu não poderia mandar nele, e no que ele queria beber.

— Trabalha com o que?

— Formei em direito, ainda não tenho emprego. E você?

Moleque! Eu não me engano. Me deu um tesão imaginá-lo de terno e gravata. Deu-me tesão imaginar ele assumindo um caso, defendendo algum criminoso. Eu queria transar.

— Escritora.

— Romances?

— Erotismo — Disse com ar sarcástico, queria que ele entendesse que eu queria ter ele.

— Vai escrever sobre essa noite?

— Não faço biografia sobre o sexo que eu faço.

Ele teve uma idéia boa, eu nunca havia pensado em escrever sobre o sexo que eu fazia, o sexo que eu conhecia. Sempre escrevi sobre historias nas quais nunca participei.

— Eu te achei muito linda.

— Eu te achei muito gostoso.

— Eu preciso dizer mais alguma coisa?

Caramba, o que falta mais?  Ele falar que tem alguma doença terminal, ou algo do tipo?

Eu tenho câncer.

Maldita boca, eu extasiada fiquei. Virgem, lindo e com câncer? Droga. Que Deus me perdoe, mas por que eu?

— Desculpa, é que eu não sei o que falar… Você me parece tão saudável.

— É o que todos acham. Vamos transar? Eu posso morrer semana que vem…

Nesse momento eu parei de respirar, meu coração acelerou mais rápido, pode parecer idiotice, mas ele havia me escolhido para ter uma transa, ele era virgem e poderia morrer e eu fui a escolhida. Não irei me tornar uma heroína, mas é algo nobre.

— Posso perguntar algumas coisas?

— Claro…

— Por que ainda é virgem?

— Eu namorei uma mulher a minha vida toda, ela disse que transaria só depois do casamento, mas quando descobriu que eu estava doente terminamos, ela disse que não era enfermeira.

Depois eu que era a vadia? Ela perdeu um doce de pessoa. Eduardo cada vez mais me encantava. Cada vez mais me envolvia em seus olhos azuis piscina.

— Vadia — Disse sem querer.

— Quem?

— Desculpa, mas a sua ex-namorada.

— Verdade — Ele riu.

Rimos por um minuto e nos calamos por cinco. Era louca essa situação, nem em meus livros teve uma historia de tamanha surpresa.

— Então…

Ele se aproximou de mim, sua mão estava tremula. Ele estava cada vez mais lindo pra mim. Ele pegou em minha nuca me levou até sua boca, ele subi sobre ele, fui tirando sua camisa, ele estava confuso com o que fazer, eu estava me entregando por encantamento, não era só sexo mais. Camisinha, ele estava em mim. Movimentos sutis, ele ficava lindo tendo orgasmo. Deitamos na cama novamente, eu deitado sobre seu peito.

— Você é linda.

— Você já disse isso — Ria.

— Não me canso de repetir.

— Para…

— Com o quê?

— De me fazer apaixonar por você…

— Por um desconhecido? Um que pode morrer? Você se apaixonaria?

— Não só apaixonaria, como estou.

Ele me segurou firme, olhando dentro de meus olhos. Eu estava me envolvendo, estava querendo cuidá-lo.

— Você fica cada vez mais linda — Riu.

— Você me encanta cada vez mais.

— Como fui por ser uma primeira vez? Quem sabe última…

— Não diga que será a última, ainda temos algumas horas aqui. Você foi excelente.

Ele voltou a me beijar, agora ele se sentia mais seguro pra tomar conta da ação, eu gosto assim, prefiro que tomem conta da ação. Mãos grandes, tudo nele era grande. Era um perfeito amante e deveria ser um ótimo amor.

— Você fica cada vez mais linda.

— Você fica cada vez melhor no sexo.

— Eu ainda irei te ver?

— Como assim?

Nunca fiz isso, nunca tive um contato com os meus desconhecidos… Mas ele não era mais um desconhecido, ele se chamava Eduardo, sua mãe Lorena e ele têm câncer.

— Não sei, acho que me apaixonei. Você é doce.

— Não sou doce, amarga seria um adjetivo melhor.

— Não, seus olhos, eles são doces. Sua boca, suas palavras. Se fosse pra ter alguém até o dia de minha morte seria você. Você ficaria comigo até eu morrer?

Eu não sabia o que falar. Poderia isso? Poderia surgir uma paixão assim? Não era amor, mas era forte. Uma única noite, apenas para sexo e eu acabo encontrando o homem mais doce.

— E se você não morrer?

— Daí você pode ir embora…

— E se eu não quiser?

— Você fica.

Não gosto de me iludir, mas agora eu queria que ele vivesse, não que eu quisesse a morte dele, mas eu queria que ele vivesse pra ver até onde iríamos. Droga, o sexo virou amor.” Lucas Rodrigues,LR.

(Fonte: agonizei, via vemcameabracar)


Postado no dia 2-04-2013 às 5:52pm- 12 171 notas -vamos reblogar ? *-*

Hoje tive o prazer de fazer uma das melhores ações da minha vida! Fui fazer umas compras e estacionei o carro na rua e logo apareceu um morador de rua dizendo: “Moça, pode deixar que eu olho! Boa tarde” e eu disse: ta certo! Boa tarde. E ai voltando ao local estacionado ele me disse: “Moça, desculpa porque sou assim, sei que muitos não gostam” e eu lhe disse: não tem o que desculpar! Você tem que ser assim mesmo. Ele olhou pra mim e disse: “Moça, se você for me dar dinheiro, ao invés de me dar o dinheiro, eu prefiro que você vá ali comigo comprar comida!” Não pensei duas vezes e disse: “Vamos lá, eu vou com você” ele abriu logo o sorriso, atravessamos o sinal e ele me disse: “Moça, só é um pouco longe” e percebi que estávamos perto de uma padaria e lhe disse: Estou um pouco atrasada, tem algum problema se a gente for lá na padaria? E ele com um sorriso enorme me disse: “Lógico que não! Chamei Pra ir lá porque é mais barato! Mas, só posso tá sonhando porque adoro bolo e justo hoje que é meu aniversário terei a oportunidade de comer um” e então parei um pouco… fiquei sem ação e lhe perguntei: Hoje é seu aniversário? E ele disse: “É sim, hoje estou fazendo 15 anos” e então olhei pra ele e disse: “Parabéns Rapaz, tudo de bom! Que Deus te ilumine sempre” e ele meio que sem graça olhou pra mim, soltou um sorriso e disse: “Muito obrigado! É o primeiro parabéns que recebo hoje e acredito que será o único” fiquei novamente um pouco sem reação e lhe disse chegando a padaria: “Não seja por isso, parabéns novamente! Hahah pode escolher o que você quiser” Fiquei observando e ele pegou pão de queijo, um bolo de rolo, um refrigerante e um cupcake e aí fui pagar… quando saímos da padaria dei tudo a ele e disse mais uma vez: Parabéns e fique com Deus! E ele olhou pra mim e disse espera. Olhei pra ele e ele disse: Esse bolinho que peguei (cupcake) é pra você! Como você foi a primeira a me dar parabéns queria te dar o primeiro pedaço do bolo” e ai foi que deu vontade de chorar… olhei pra ele e disse: “Muito obrigada! É uma honra receber o primeiro pedaço, faz tempo que não recebo! Mas, ficaria mais feliz se você ficasse pra você” e ele com os olhos brilhando disse: “era o mais bonito da padaria, tá com uma cara que tá muito bom! Vou ficar com ele então que estou com muita fome” soltei uma risada e disse: muito bem! Vou indo! Fica com Deus e se cuida! E ai a ultima coisa que ele me disse foi: Obrigado por se preocupar comigo e desculpa incomodar! E assim, ele me ajudou a sair da vaga! Essa é a história de Leonardo que hoje completa 15 anos. Palavra nenhuma expressará tamanha felicidade que senti em ter a oportunidade de deixar o dia dele um pouco mais feliz, ou menos triste como queiram falar. Obrigada Deus!


Postado no dia 2-04-2013 às 5:49pm- 77 notas -vamos reblogar ? *-*

Banana frita com canela e seu toque de tangerina ao amanhecer.

Como New York - A cidade que nunca dorme, Lapa era o bairro que nunca amanhecia. E numa dessas minhas tentativas de despertar Lapa, andando e cantarolando as músicas reproduzidas pelo Ipod, agora de sequência aleatória, me vi de cara com o chão, cinza e sujo. Arrisquei à me elevar só, porém sem sucesso. Com os braços e pernas apoiados ao chão, vi um homem se aproximando. Me acanhei no canto, torcendo para que ele não me notasse e passasse desapercebido, em vão. Ele vinha com um propósito, e esse propósito era eu. Ou melhor, esse propósito era ajudar uma banana que caiu no chão de maduro. Chegando próximo de mim, ele estendeu suas mãos em minha direção me oferecendo ajuda. Assenti, e assim ele me levantou. Contei a história de como eu tinha parado ali, ele riu e me convidou para um café numa lanchonete ali perto. Aceitei. Ao garçom ele disse que queria o de sempre, e eu o acompanhei. Papo vai, papo vem. Chegou na mesa dois pratos com bananas fritas com canela. “Esse era meu prato preferido, como ele tinha um gosto parecido com o meu…” Ficamos horas e horas, eu, ele e os pratos com as bananas canelizadas, como diria ele. A cada palavra que ele pronunciava naquela bela boca corada, eu me encantava. Levantei-me para pegar um picolé e acabei caindo, de novo. Ele riu, porém me ajudou. Galanteador, ele disse que se eu quisesse ele seria meu segurança. Rimos, e eu disse que era uma boa proposta. Peguei enfim, um picolé para mim e fomos dividindo pelo caminho. Uma mordida para ele, uma mordida para mim, uma mordida para ele, uma mordida para mim… Opa, mordemos ao mesmo e nossos lábios se tocaram, ele veio me acariciando, não resistindo, nos beijamos. Ele sussurrou um convite para ir em sua casa ao pé de meu ouvido, fazendo doce disse que não. Porém ele me fez mudar de ideia com os chamegos que me fazia desde o pé do ouvido ao pescoço. Sua casa tinha cheiro de tangerina, um dos cheiros que eu mais amo… No seu quarto, com a vista para o arcos da Lapa, ficamos abraçados, conversando e nos beijando algumas vezes ligeiras. Na maioria do tempo em que estávamos dentro do seu quarto, riamos e brincamos. Ele sugeriu um pique-pega, eu ri. Até que ele me encostou na parede de seu quarto e me deu um beijo mais quente, com mais tesão e vontade. Suas mãos que acariciavam meu rosto, logo desceram para os meus bustos. Era mesmo muita intimidade pra pouquíssimo tempo, mas eu não queria saber disso no momento. Ele deslizou seus lábios chegando até o meu pescoço e dando alguns beijos nesta região. Ele percebendo o meu estado de excitação, tentou tirar a minha blusa. Fiquei um pouco assustada, mas o permiti. Ele abriu o meu sutiã e ficou acariciando os meus peitos, enquanto beijava os meus lábios de forma carinhosa, lenta e ainda mesmo assim, com tesão. E foi nessa brincadeira de pique-pega sugerida por ele que passamos a madrugada inteira… Despertei-me, ele não estava mais na cama do meu lado. Fui para cozinha à procura dele e lá estava ele, preparando duas bananas fritas com canela. Ao ir mais perto dele na cozinha, quase caí, quando ele rapidamente viu e me segurou, antes que eu pudesse dar de cara no chão novamente. Rimos. E ele disse enquanto me dava um selinho: “Não avisei que serei seu segurança? Para todo o sempre.” Retribui com um “eu te amo.” E assim, tão intensamente e tão rapidamente o amanhecer da Lapa nunca mais foi o mesmo, não para nós…

— O amanhecer da Lapa, borb0letras. (via borb0letras)

(via evanishx)


Postado no dia 2-04-2013 às 5:49pm- 44 notas -vamos reblogar ? *-*

Ela: Um dia você vai tirar minha roupa, vai ouvir meu coração bater mais rápido a cada eu te amo teu. Dormiremos na mesma cama, com o mesmo cobertor, e brigaremos sempre porque tenho a mania de escovar os dentes, e melar toda a pia de pasta, e esquecer-se de limpar novamente. Comeremos muita besteira, tomaremos banho juntos, iremos a sorveteria, ao cinema nos finais de semana. Nossas conversas serão de imaginar nós mais na frente, refazer planos que tínhamos na infância. A distancia me impede de tanta coisa, só não de gostar mais ainda de ti a cada vez mais. E para tudo tem uma razão, vai que qualquer dia desses nós não nos encontramos por ai.
Ele: Nós ainda discutiremos quem lava a louça, quem fica com a bagunça e quem arrumara a cama. Vamos brigar por coisas fúteis, e acabar na cama, vamos nos intoxicar de besteiras, e ainda acharemos pouco. Nós amamos e acabamos nos perdendo dentro do outro, então serei o imã que puxa você, o que gruda e não divide. Vou lutar a cada instante para que minha única preocupação seja os quilômetros, que não exista outro alguém e nada nos atrapalhe, porque você gosta de felizes para sempre, e eu vou dar o nosso feliz para sempre


Postado no dia 2-04-2013 às 5:49pm- 1 351 notas -vamos reblogar ? *-*

Quero viver loucamente, curtir a noite e admirar o dia. Quero sentir aquela alegria invadir meu peito novamente, aquela vontade de viver. Coloquei a tristeza no banco de reserva, e se precisar aindo dou cartão vermelho a ela para ser expulsa da minha vida. Parece clichê eu querer ser tão feliz, mas para quem já chorou tanto conseguir sorrir novamente é a coisa mais gostosa do mundo. O meu coração vai batendo bem de leve tum, tum, tum. É como se ele estivesse me aplaudindo por ter superado todas as nossas dores. Mas não se anime tanto assim meu querido coração, pois a vida tem seus altos e baixos, e provavelmente a tristeza vai bater em minha porta outra vez algum dia desses. Eu que sempre fui muito reservada, hoje me admiro por ter mudado, sinto vonatde de sair por ai sem rumo, apenas me divertir. “Pegue estas asas quebradas e aprenda a voar. A vida toda você só estava esperando este momento para decolar.” Esta frase me define perfeitamente, aprendi a voar, da pior maneira com dores e magoas, mas consegui superar tudo e hoje me sinto nas nuvens. Se eu consegui ser feliz, tenho certeza que você tambem consegue. O primeiro passo para o caminho da felicidade é acrediatr na sua capacidade de ser feliz. Gostaria que todos nesse mundo fossem felizes, ao menos um pouquinho só para conseguirem sorrir. Gosto de andar por ai e ver sorrisos verdadeiros, sorrisos que me dão vontade de sorrir também. Então, não desista de ser feliz, não desista de viver! Pois é sempre no fim do túnel que está a luz mais brilhante para a felicidade. (Gabriele K)

Quero viver loucamente, curtir a noite e admirar o dia. Quero sentir aquela alegria invadir meu peito novamente, aquela vontade de viver. Coloquei a tristeza no banco de reserva, e se precisar aindo dou cartão vermelho a ela para ser expulsa da minha vida. Parece clichê eu querer ser tão feliz, mas para quem já chorou tanto conseguir sorrir novamente é a coisa mais gostosa do mundo. O meu coração vai batendo bem de leve tum, tum, tum. É como se ele estivesse me aplaudindo por ter superado todas as nossas dores. Mas não se anime tanto assim meu querido coração, pois a vida tem seus altos e baixos, e provavelmente a tristeza vai bater em minha porta outra vez algum dia desses. Eu que sempre fui muito reservada, hoje me admiro por ter mudado, sinto vonatde de sair por ai sem rumo, apenas me divertir. “Pegue estas asas quebradas e aprenda a voar. A vida toda você só estava esperando este momento para decolar.” Esta frase me define perfeitamente, aprendi a voar, da pior maneira com dores e magoas, mas consegui superar tudo e hoje me sinto nas nuvens. Se eu consegui ser feliz, tenho certeza que você tambem consegue. O primeiro passo para o caminho da felicidade é acrediatr na sua capacidade de ser feliz. Gostaria que todos nesse mundo fossem felizes, ao menos um pouquinho só para conseguirem sorrir. Gosto de andar por ai e ver sorrisos verdadeiros, sorrisos que me dão vontade de sorrir também. Então, não desista de ser feliz, não desista de viver! Pois é sempre no fim do túnel que está a luz mais brilhante para a felicidade. (Gabriele K)

(via lost-my-dilemmas)


Postado no dia 2-04-2013 às 5:49pm- 37 notas -vamos reblogar ? *-*

Eu vou fingir que estou bem, não quero te contar, mas seria bom que percebesse, porém, não me venha com interrogatório, diga que estará do meu lado apesar dos apesares, isso basta.

Clara Brandão. (via s-oberano)

(Fonte: clarabrandao, via unl0ckyourmind)


Postado no dia 10-03-2013 às 1:27am- 3 684 notas -vamos reblogar ? *-*

Achar as palavras certas em meio a dor é uma tarefa realmente complicada. Nem sempre pode-se racionalizar aquele vazio repleto de tudo o que é contrário ao que gostaríamos de estar sentindo. Engraçado isso né? Falar em um “vazio” que é “repleto” de algo. Mas o vazio é o que se não a soma de nossas mais profundas lamentações e desesperos que em silêncio fazem barulho dentro da nossa cabeça, ao ponto de quase levar-nos a loucura? Sim, por que quando engolimos as palavras que deveríamos despejar sem ter nenhuma peneira tornando-as doces quando na verdade as sentimos sair de nossa garganta como se fossem facas, praticamos nossa covardia em seu nível mais alto, e cá entre nós, ser covarde dói. Aliás, era disso que eu queria falar, sobre como está doendo… O que exatamente eu não sei, mas me paralisa, me emudece, me faz recuar. Eu queria gritar como dói, mas minha boca trava e o grito mais alto que se pode escutar de mim é “Sim, esta tudo bem”, acompanhado de um daqueles sorrisos amarelos que coleciono para essas ocasiões embaraçosas; quando sabemos que mentir é errado mas também sabemos que ninguém quer saber a verdade quando se pergunta “Tudo bem?”. Eu só queria ter alguém pra quem contar o quanto está doendo ter que ser eu por todo esse tempo quando estou acordada. Já passa das 3:h de uma madrugada fria e chuvosa, talvez eu deva dormir agora, pra parar de doer; por que quando eu durmo a dor vai embora e eu consigo ter algumas horas de paz.

 Taciana Silva (RabisqueAPartitura) - As vezes só precisamos dormir. (via rabisqueapartitura)

Postado no dia 10-03-2013 às 1:26am- 2 notas -vamos reblogar ? *-*
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